Universidades Corporativas e seus benefícios para as organizações

Ana Célia Gonzalez
Ana Célia Gonzalez

Já há algum tempo, se discute, dentro das organizações, uma forma inteligente de trabalhar o plano de desenvolvimento dos profissionais, agregando valor à carreira das pessoas, formando uma verdadeira trilha de carreira e desenvolvimento. Algo que contribua com a competitividade das empresas, trazendo inovação, formas diferenciadas de pensar e atuar nos diversos projetos e demandas estratégicas da organização e, principalmente, que mostre os resultados dos investimentos dedicados à educação e capacitação dos profissionais, com vistas à melhoria obtida.

O importante é que as empresas, por meio de suas áreas de Desenvolvimento de Pessoas, consigam estruturar escolas de conhecimento, desenvolvimento de competências e cultura aplicadas aos seus diferentes públicos, como, por exemplo, a escola corporativa, escola comercial, escola de parceiros, escola de cidadania, escola para liderança, escola de potenciais, entre outras. Os programas devem ser desenvolvidos, tendo como base o planejamento estratégico da organização, sua missão, visão, valores, competências e projetos. O conceito da universidade deve se ultrapassar os muros da organização, atuando com programas de alinhamento e capacitação aplicados aos principais parceiros.

Podemos ter, dentro de cada escola, ferramentas que facilitem o desenvolvimento de todos, sem restrições a lugar e tempo. Falo sobre Ensino a Distância, Presencial, Vídeoaulas, Workshop, Oficinas, entre outros. Formas criativas de chegar até o profissional e facilitar o seu processo de aprendizagem.

Em um país que ainda tem muito a crescer, temos um papel importante de contribuir com a educação. Esse é um objetivo que transita pelos aspectos de cidadania e sobrevivência das organizações, ampliando o capital intelectual  de seus profissionais diretos e diferentes públicos de relacionamento.

As organizações têm o desafio de apresentar uma verdadeira trilha de carreira e desenvolvimento para as pessoas. Algo que mostre os resultados dos investimentos dedicados à educação e capacitação. Estruturar escolas de conhecimento é uma forma ‘criativa’ de viabilizar e, por que não, facilitar o processo de aprendizagem. Vale aí uma reflexão sobre o papel de cidadania e a própria sobrevivência das organizações.

Sobre a Autora:

Ana Célia Gonzalez é Gerente de Desenvolvimento de Empresas com atuação de 28 anos em Recursos Humanos em empresas de diversos segmentos, como Seguros Unimed, Serveng – Civilsan, Visteon Sistemas Automotivos, Cia Cacique de Café Solúvel e Aché Laboratórios Farmacêuticos. É formada em Psicologia, possui Pós-Graduação em Administração de RH, MBA em Gestão Estratégica de Negócios pela FIA e Especialização em Liderança também pela FIA.

e-Mail: ana.gonzalez@segurosunimed.com.br

* As ideias e opiniões expostas nos artigos e matérias publicados no Portal RHevista RH são de responsabilidade exclusiva de seus autores

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