{"id":20254,"date":"2019-10-12T00:16:56","date_gmt":"2019-10-12T03:16:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/?p=20254"},"modified":"2019-10-12T00:16:56","modified_gmt":"2019-10-12T03:16:56","slug":"economia-colaborativa-na-saude-uma-alternativa-para-ampliar-o-acesso-aos-pacientes-de-forma-sustentavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rhevistarh.com.br\/portal\/economia-colaborativa-na-saude-uma-alternativa-para-ampliar-o-acesso-aos-pacientes-de-forma-sustentavel\/","title":{"rendered":"Economia Colaborativa na Sa\u00fade:\u00a0Uma alternativa para ampliar o acesso aos pacientes de forma sustent\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><i><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-20255 alignright\" src=\"http:\/\/www.rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/saude.png\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/saude.png 200w, https:\/\/rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/saude-150x150.png 150w, https:\/\/rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/saude-100x100.png 100w, https:\/\/rhevistarh.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/saude-60x60.png 60w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>*por Carlos Pappini Jr<\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cada dia surge uma nova plataforma ou conceito de neg\u00f3cios estruturados na chamada \u2018economia compartilhada\u2019. Por meio de aplicativos e tecnologias que conseguem escalar sua atua\u00e7\u00e3o para um mundo sem fronteiras, vemos novos projetos de compartilhamento de carros, casas, eletrodom\u00e9sticos e at\u00e9 de servi\u00e7os serem lan\u00e7ados no mercado. Nesta nova configura\u00e7\u00e3o de sociedade, prevalece a valoriza\u00e7\u00e3o do acesso em detrimento \u00e0 posse. Uma nova gera\u00e7\u00e3o de consumidores, mais consciente quanto \u00e0s responsabilidades socioambientais, desperta para uma comunidade mais equ\u00e2nime.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Neste contexto, denominado de\u00a0<strong>economia colaborativa ou compartilhada<\/strong>, tr\u00eas pontos se destacam como fatores cr\u00edticos para que tal modelo se viabilize, s\u00e3o eles:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">-A redu\u00e7\u00e3o do estoque excedente e da capacidade ociosa, que contribui para otimiza\u00e7\u00e3o dos recursos j\u00e1 produzidos e auxilia a sustentabilidade do sistema;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">-Projetos que sejam escal\u00e1veis por meio de plataformas estruturadas tecnologicamente;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">-Projetos que inspirem o engajamento da sociedade por conta do seu impacto positivo e que sejam totalmente baseados em uma rela\u00e7\u00e3o transparente entre ofertante e demandante.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Na \u00e1rea da sa\u00fade algumas iniciativas come\u00e7am a surgir baseadas neste conceito de economia colaborativa. Cl\u00ednicas populares, cart\u00f5es de desconto com uma rede de especialistas, oferta de exames e consultas e plataformas de leil\u00e3o reverso que visam baratear o custo de compra de produtos, tudo isso j\u00e1 \u00e9 realidade em nosso ambiente. Mas ser\u00e1 que \u00e9 suficiente para conseguirmos reduzir a lacuna de acesso aos recursos \u00e0queles pacientes que mais precisam? Ser\u00e1 que conseguiremos, de fato, incluir novos consumidores no mercado e, ao mesmo tempo, atenuar o impacto no or\u00e7amento dos gestores p\u00fablicos e privados, j\u00e1 t\u00e3o espremidos?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade demonstram que h\u00e1 em torno de 60 milh\u00f5es de brasileiros com alguma restri\u00e7\u00e3o de acesso ao sistema, seja pelo desconhecimento da jornada a ser cumprida para chegar aos recursos, seja pela indisponibilidade do bem ou ainda por dificuldades financeiras. Por outro lado, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) estima uma perda de recursos da sa\u00fade em torno de 20% a 40%, por conta do desperd\u00edcio. O estudo da OMS revela, ainda, que mais de 50% de todos os medicamentos s\u00e3o incorretamente prescritos, dispensados ou vendidos e em torno de 10% dos que s\u00e3o produzidos acabam vencendo sem serem utilizados.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Essa dicotomia, de pessoas necessitadas sem acesso de um lado e, do outro, estoque excedente e desperd\u00edcio elevado, gera a possibilidade de repensarmos novos modelos de consumo e oferta na sa\u00fade e\u00a0que n\u00e3o considerem\u00a0simplesmente o desenvolvimento,\u00a0a incorpora\u00e7\u00e3o e disponibiliza\u00e7\u00e3o de novas tecnologias.\u00a0Um despertar para projetos que contemplem a responsabilidade econ\u00f4mica e social t\u00e3o necess\u00e1ria para uma cobertura universal na sa\u00fade e de forma sustent\u00e1vel ao sistema \u00e9 o desafio proposto para todos os\u00a0<em>players<\/em>\u00a0do setor. A sa\u00fade n\u00e3o espera!<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Convido a todos para pensar na constru\u00e7\u00e3o de um ambiente mais colaborativo e compartilhado dentro da sa\u00fade.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">*Carlos Pappini Jr., CEO &amp; Co-Fundador da ideaas Sa\u00fade (<u><a href=\"http:\/\/ideaasaude.com.br\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/ideaasaude.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1570879549578000&amp;usg=AFQjCNGdaDFChsvsbWseim2MDHe8XeHf4A\">ideaasaude.com.br<\/a><\/u>)\u00a0empresa que tem como objetivo promover a economia colaborativa na \u00e1rea da sa\u00fade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cada dia surge uma nova plataforma ou conceito de neg\u00f3cios estruturados na chamada \u2018economia compartilhada\u2019. 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