BIQS Model avalia perfis profissionais do nível “reativo” ao “transformador” e será apresentado durante o maior evento de T&D da América Latina
A Academia Brasileira de Inteligência Comportamental lançará oficialmente o BIQS Model (Behavioral Intelligence Quote Scale), plataforma digital desenvolvida para transformar percepções subjetivas sobre comportamento em indicadores objetivos para apoiar decisões estratégicas nas organizações. O lançamento acontece durante o CBTD 2026, Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, entre os dias 8 e 10 de junho, no Pro Magno Centro de Eventos, em São Paulo.
Por meio de algoritmos e modelos matemáticos proprietários, a ferramenta mensura a maturidade em inteligência comportamental de colaboradores, equipes, lideranças, fornecedores e cadeias de suprimentos, classificando os avaliados em cinco níveis: reativo, racional, reflexivo, estratégico e transformador.
Com foco em Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, a solução busca responder a uma questão recorrente no contexto corporativo: a falta de métricas objetivas para avaliar atitudes, escolhas e formas de atuação nas empresas. Na prática, o sistema permite identificar como os profissionais percebem o ambiente, compreendem limites, escolhem caminhos, agem de forma consciente e avaliam os resultados de suas ações.
“O grande dilema das empresas é que profissionais costumam ser contratados pelo conhecimento técnico, mas muitas vezes são desligados pela forma como agem sob pressão. O BIQS Model ajuda a entender essas respostas em diferentes situações”, explica Edson Carli, fundador da Academia e idealizador do modelo. “Não se trata de apontar certo ou errado, mas de compreender que uma atitude pode funcionar em um contexto e não ser a mais adequada em outro. A proposta é conectar a maturidade em inteligência comportamental da pessoa avaliada aos cenários, times e objetivos da organização”.
Da percepção subjetiva ao dado comportamental
Segundo a Academia, empresas investem valores significativos em treinamentos e programas de desenvolvimento, mas ainda enfrentam dificuldade para medir o impacto real dessas iniciativas na rotina dos colaboradores. Enquanto avaliações tradicionais costumam focar resultados de curto prazo, o BIQS Model busca analisar os fatores que ajudam a explicar por que determinadas entregas acontecem — ou falham.
A avaliação é realizada por meio de um questionário dinâmico, composto por 30 blocos de perguntas, processados por tecnologia proprietária da Academia. A partir das respostas, o sistema enquadra o profissional em cinco níveis de maturidade comportamental: reativo, racional, reflexivo, estratégico e transformador. Dentro de cada bloco, ainda há graduações por média e moda, tornando o resultado ainda mais personalizado.
Auditoria das respostas e PDI automatizado
Um dos diferenciais da solução é o mecanismo de auditoria do preenchimento. O sistema utiliza o cálculo canônico BIQS integrado ao redutor matemático Marlowe-Crowne para identificar possíveis distorções, como tentativas de responder para agradar à avaliação, e não com base nas percepções reais do respondente.
Com isso, a ferramenta busca reduzir vieses e oferecer aos gestores uma leitura mais precisa sobre a maturidade comportamental dos avaliados.
Além do diagnóstico, o BIQS Model gera relatórios de avaliação, mapa de calor e um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) automatizado, com ações práticas sugeridas para mitigar riscos, corrigir rotas e apoiar a evolução profissional dentro da organização.
“Treinar comportamento sem medir é achismo. A plataforma dá visibilidade ao que realmente importa no ecossistema de negócios: as ações visíveis e a maturidade com que os profissionais tomam decisões sob pressão”, afirma Fábio Alberici, CEO da Academia Brasileira de Inteligência Comportamental.
Próximos passos
A Academia também projeta novas funcionalidades para o BIQS Model, incluindo simuladores avançados voltados a People Analytics. A proposta é permitir, futuramente, análises de compatibilidade cultural e operacional entre colaboradores, equipes, lideranças e candidatos, apoiando processos seletivos, movimentações internas e decisões de desenvolvimento.
Inteligência comportamental na prática
Diferente da inteligência emocional, mais associada à compreensão e administração de sentimentos, a inteligência comportamental tem como foco a atitude prática. O conceito avalia como as pessoas interpretam regras e limites, percebem o contexto organizacional e agem diante de pressões, situações complexas e momentos de tomada de decisão.
Sobre a Academia Brasileira de Inteligência Comportamental
Fundada em 2017, a Academia Brasileira de Inteligência Comportamental é uma instituição pioneira no desenvolvimento de metodologias, pesquisas e soluções corporativas voltadas à análise, mensuração e evolução da maturidade comportamental em organizações.
A instituição apresentou ao mercado o conceito de Inteligência Comportamental, que propõe um avanço em relação à inteligência emocional ao focar na forma como pessoas percebem o ambiente, compreendem expectativas de atuação e transformam essa percepção em atitudes práticas, conscientes e alinhadas aos objetivos da organização.
Além da solução de diagnóstico BIQS Model, possui um ecossistema educacional formado por livros, cursos e formações de mercado, como certificações internacionais em Inteligência Comportamental, Modelagem Comportamental, Gestão da Mudança Corporativa e Comunicação Assertiva.
Site: www.

